IMAGENS, JORNALISMO

Pedro Rolo Duarte (1964-2017)

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Um daqueles tipos que eu admirava mesmo.

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FRASES D'OUTROS, JORNALISMO

Frases d’Outros

aspasOs media noticiosos não podem fazer um acompanhamento exaustivo daquilo que vai sendo noticiado, mas o abandono repentino de casos que tanta noticiabilidade produziram sem deles haver qualquer desfecho não contribui para a construção de uma democracia mais consolidada” – Felisbela Lopes, no artigo de opinião “Ondas de Opinião”, no Jornal de Notícias de 14 de Julho.

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CINEMA, EXPRESSÕES, IMAGENS, JORNALISMO, NACIONAL, TERRITÓRIO

Pare. Escute. Olhe. E não esqueça.

Sente-se em Portugal uma certa nostalgia em volta das linhas de caminho de ferro desactivadas. Esse sentimento agudiza-se com estímulos como o do filme “Pare. Escute. Olhe.”, realizado por Jorge Pelicano e lançado há poucas semanas atrás.

Para mim esta nostalgia não tem só a ver com as linhas férreas propriamente ditas. Tem, além disso, a ver com um Portugal que se divide: um cheio e outro vazio; um perto, outro longe; um vivo, outro a definhar. As antigas linhas de caminho-de-ferro têm a delicadeza de, ao longo dos seus ondulados traçados, ligar estas duas realidades.

No fundo, nós sabemos que há um Portugal que está a morrer. Um Portugal de que gostamos muito, que se guarda nas nossas memórias das visitas à casa dos avós, das férias grandes, de viagens inesquecíveis. Mas agora, nós não podemos salvar esse Portugal. Estamos muito ocupados e além disso fica muito longe, apesar das novas estradas que o vão rasgando.

Paulo Pimenta, fotógrafo jornalista premiado do Público fixa neste conjunto de fotografias sobre a Linha do Sabor um pedaço desse Portugal que aos bocadinhos vai desaparecendo. Não do mapa, mas da lembrança. Imagens a preto e branco, como convém, porque os sonhos, dizem, são assim – monocromátricos.

Fotoreportagem de Paulo Pimenta em publico.pt

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EXPRESSÕES, IMAGENS, JORNALISMO

Eyjafjalla

O vulcão que entrou em actividade na Islândia (de nome impronunciável) tem transtornado a vida de milhares de pessoas. Tem sido esse o lado negativo das histórias. Mas um vulcão em erupção é muitas vezes um fenómeno espectacular e que proporciona momentos de grande beleza.

O Público online preparou um slideshow onde se podem ver alguns instantes fotográficos decorrentes da erupção do vulcão. Recomendado pela expressividade deste conjunto notável de imagens.

Fotogaleria Público Online

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GUIMARÃES, JORNALISMO

Television, the drug of a nation

As mesmas televisões que, nos seus jornais, dedicam meia-hora para tentar descrever de que cor são as cuecas do Cristiano Ronaldo ou fazem um directo quando uma formiga é atropelada na segunda circular, não foram capazes de destacar o lançamento da Capital Europeia da Cultura em Guimarães.

Como foi sublinhado na sessão, Guimarães 2012 não é estritamente vimaranense, é acima de tudo uma representação portuguesa na Europa e no mundo. Por isso, esperar um maior destaque não é nenhum tipo de bairrismo exacerbado. É muito mais do que isso.

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CALDAS DAS TAIPAS, JORNALISMO

Verdade daltónica

O jornal Expresso do Ave é, segundo a candidatura Por Amor às Taipas, o único jornal “isento” de Guimarães. Todos os outros andam a encobrir aquilo que os socialistas querem à força toda que seja verdade.

Torna-se evidente que a noção de imparcialidade de quem personifica a mesma candidatura é deficiente, mas mesmo assim insistem em dar lições sobre como fazer jornalismo. Andam a dar tiros nos pés e não querem que isso seja notícia…

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JORNALISMO, OPINIÃO

Agora é mesmo, mesmo a sério…

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Já andamos a ouvir que Guimarães é Capital Europeia da Cultura há quase um ano e meio. Mas agora podemos dizer outra vez, não correndo o risco de estamos a cometer alguma gaffe. Os 27 disseram que sim ao projecto de Guimarães.

Muitos esperavam uma festa igual àquela que se viu na altura em que a cidade ganhou o título de Património da Humanidade da UNESCO. Pois não houve festa nenhuma, talvez porque a generalidade dos vimaranenses esteja afastada da discussão de todo processo e, por isso, nem sequer se lembraram.

Além disso, um evento que se traduz numa representação de Portugal na Europa e no mundo, não teve o respectivo tratamento proporcional através dos media, salvo a imprensa online. O acontecimento passou completamente ao lado do alinhamento dos telejornais. Talvez por não ser em Lisboa.

Até que ponto uma coisa (falta de envolvimento dos vimaranenses) não estará relacionada com outra (falta de atenção dos media)?

Guimarães – Capital Europeia da Cultura em 2012 e agora?

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